Eu gosto de gente que clica em "amei" e faz aparecer um coraçãozinho ao invés de um "legal" no Facebook. Gosto porque elas me fazem sorrir com esse gesto mínimo de deslizar um pouco mais o dedo na hora do clique demonstrando algum interesse a mais do que um clique mais rápido.
Mas olha que louco isso! Estou falando que gosto de pessoas pelo que elas fazem na internet, não há contato físico ou som, é só imagético, é virtual.
Corrijo então a minha colocação e digo que essa é uma das inúmeras formas de me fazer encantar por uma pessoa.  O que eu gosto mesmo é de abraços quentinhos como o Olaf.


Gosto mais de olho no olho e sorriso no sorriso. Mas isso não me impede de me acarinhar e de fazer carinho online. Tem tanta gente nesse Brasil gigante que eu queria ter pertinho, mas as condições geográficas nos impedem por ora. Torço pra que um dia a gente possa se encontrar, mas enquanto ele não chega eu me contento em abraçar e ser abraçada por palavras. De um calor que se transmite pelas fibras óticas da banda larga e chega até o meu computador com 15" no monitor. 
Faça sempre questão de encontrar quando for possível, não adie o passeio, não desmarque aquele café no fim de tarde. E como diria Thiago Brado em sua canção de amor sobre as Verdades do Tempo:
"Passado não volta, futuro não temos e o hoje não acabou. Por isso ame mais, abrace mais. Pois não sabemos quanto tempo temos pra respirar" 
Se pode ver hoje, veja hoje. Se não pode crie um jeito de ser visto. Talvez a pessoa do outro lado da tela só esteja precisando que você utilize o botão "amei" no Facebook para iniciar uma conversa e encontrar mais motivos pra sorrir.


P.S: Estava com saudade de escrever sem rascunho. ♥
Se você leu esse texto saiba que do seu modo você está me abraçando e eu posso sentir daqui.

P.S²: A internet me fez conhecer pessoas incríveis uma delas é meu amigo Brunno Lopez que acaba de lançar o seu primeiro EP (tem no Spotify, gente! ♥) . Ele me convidou para fazer parte do vídeo de Pré Lançamento da sua música Nada Igual. Dá uma olhada:

Apareço desengonçada e com camisa xadrez, e também muito feliz por fazer parte desse projeto lindo

O clipe oficial é esse aqui:


Fiquei encantada pela luz do estúdio enquanto Brunno canta. E do close do seu pé mandando ver na bateria



Já parou pensar na importância da música em sua vida? 
A maioria dos nossos momentos tem alguma trilha sonora. Porque sempre vai ter uma música pra nos lembrar de uma época, de uma pessoa, da abertura da nossa série favorita...
E não seria diferente também na nossa vida de oração.
Já dizia o ditado: "Quem canta, reza duas vezes!" Se reza duas vezes eu não sei, mas que é uma intensidade danada, isso é! 
As minhas orações mais intensas se iniciam a partir de uma canção, seja acompanhada por diversas vozes na missa, em eventos da igreja, ou no grupo de oração, seja no meu quarto cantarolando sozinha enquanto as notas invadem o ambiente através da caixa do som do computador, ou ainda caminhando por aí e ouvindo as playlists no fone de ouvido (ôh, Deus sabe o quanto já conversamos por aí caminhando). 
Eu sinto como se as canções me abraçassem e me levassem para um lugar melhor, pra mais perto de Deus! 
Estou falando principalmente das músicas religiosas, na igreja católica por exemplo temos cantores e ministérios com músicas belíssimas, assim como tem músicas muito lindas em outras igrejas! Até algumas músicas seculares conseguem fazer isso comigo as vezes. 
Vocês sentem o mesmo que eu a respeito da música? Conversam com Deus a partir de canções? Qual a sua favorita?
Semana passada eu fiz essa postagem no Facebook: 


Recebi diversas respostas, a maioria das músicas foram religiosas, mas tinham outras que não são, mas falam igualmente de Jesus. Consegui montar uma playlist bem legal, você pode conferir clicando ► (aqui) ◄♫♪

Gosto muito de cada uma e conheci várias lindas com essa playlist, mas hoje o meu top 3 é esse:


 
Ao Teu Encontro - Eliana Ribeiro part. Thiago Brado

Foi por Você - Anjos de Resgate

Ninguém explica Deus - Preto no Branco part. Gabriela Rocha

Eu acredito num Deus vivo, que se fez homem, sofreu como nós e por nós e venceu a morte para nos ensinar sobre o verdadeiro Amor! 





Hoje começa a semana em que aquela historia completaria quatro anos. E fazem três meses que eu não escutava uma das minhas bandas favoritas. Mas olha só, deu a maior vontade de ouvir hoje, agora. Então, eu dei play no disco da capa verde e vim escrever essas palavras. Para minha surpresa e agonia, a primeira música que o Spotify me apresentou foi a que eu mais evitei durante esses noventa dias. Meus amigos se divertem com minha cara porque agora escuto sertanejo universitário com uma frequência muito louca, tô até gravando os nomes das duplas, isso porque as letras eu já gravei. 
Mas a música que costumava ser nossa eu não ouvi em nenhum desses dias, mas hoje estou mais leve, absurdamente leve, e consigo ouvir tranquilamente, e até com fones de ouvido. 
Do lado de cá não existe saudade. Deveria? Eu não sei. 
Não ouvi aqueles acordes específicos porque eu precisava de um tempo só pra mim, de páginas que não tivessem a escrita de ninguém além da minha. E pretendo continuar assim por um bom tempo, esse bom é uma categoria que não sei se significa dias, meses ou anos, o próprio tempo se encarregará de dizer. As vezes eu paro em silêncio olhando os registros imagéticos e imaginando as história vividas em cada hoje daquele. Não me arrependo de nenhum e sou bem feliz por isso. Se já não formamos o casal que costumava enfeitar os sofás dos amigos e tirar os suspiros mais simpáticos dos que passavam por nós, não há problema, porque o tempo que nos cabia foi muito bem vivido. Foram anos coloridos com a maioria dos meses ensolarados, ofuscados apenas por pancadas de chuva, mas até delas conseguíamos tirar arco-íris se olhássemos juntos na mesma direção pra conseguir enxergar. 
Hoje eu ainda não estou pronta pra te ver presente nos meus círculos de amizade e é por isso que tenho feito novos círculos e isso está sendo ótimo. 
Estou cercada de novos olhares e com eles consigo me enxergar como nunca antes havia feito. 
Mas isso não quer dizer que eu nunca mais possa ser sua amiga, é aquela coisa de que o próprio tempo se encarregará de dizer. Tadinho do tempo, já está cheio de serviço! Mas oh, não tenho pressa, Sr. Tempo. Se ajeita daí, que eu me ajeito de cá.
Para encerrar o papo digo pra você que está lendo, seja lá qual for sua história de vida. Existem dias bem bonitos e também os dias tristes, feios e doloridos. Os dias tristes jamais apagarão o brilho dos felizes, porém sejam os dias felizes ou tristes, eles nunca poderão se repetir. 
Então viva, viva intensamente cada um dos seus. 
E o que isso tem a ver com o início da história?  Esse é mais um texto sobre final de namoro e sobre um pouco de tudo que isso pode carregar de bom!


Muito obrigada por estar aqui, pessoa linda do outro lado da tela! 
Em breve mudanças por aqui! Jajá gravo um novo vídeo pro canal, e vamo seguindo! \0 

Hoje completou uma semana que o encontro acabou. A cidade efêmera foi desmontada para se fixar apenas em nossas memórias. O EREA Salvador mostrou as cores dessa cidade e abraçou muitos sotaques. E eu tenho um prazer imenso em dizer: Eu estava lá! 


EREA, Encontro Regional de Estudantes de Arquitetura, mas para a minha surpresa e alegria tinha mais de uma região ali, pude ouvir sotaques desde o Rio Grande do Sul até Tocantins, e não me canso de dizer isso. Assim que cheguei fui recepcionada pelos apoios que me ajudaram com minha bagagem ( não foi pequena, rsrsrs) e fui ao encontro de minha delegação, naquele momento vi praticamente todos pela primeira vez, com exceção de dois que conheci poucos dias antes.
Mas foi como se a gente já se conhecesse há tempos tão grande foi o entrosamento. Todo mundo se ajudou na hora de subir as barracas e encher os colchões, como bons vizinhos emprestávamos tudo que era necessário e muitas vezes era um ombro amigo, no caminho de volta da festa, na companhia das filas de banheiro, fomos ótimas companhias. 



Participei de uma vivência no subúrbio e cruzamos a cidade em 3 modais de transporte público: ônibus, trem e barco (cantamos em todos eles, pra fazer valer o posto de grupo de estudantes reunidos num transporte, rsrrsrs). Além disso andamos um monte, cansamos muito, mas foi uma delícia. Por falar em delícia, que almoço!!! Comemos no bar e restaurante de uma líder comunitária que além de nos servir uma deliciosa moqueca com pirão nos contou sua história de luta e nos apresentou sua comunidade, que tem uma das vistas mais lindas da cidade, mas que está completamente abandonada pelos poderes públicos, tendo um conjunto habitacional com obras paradas há anos por conta de desvio de verbas. 


Voltando à Cidade Fenea, como é chamado o espaço do encontro, curti a primeira balada programada e me vesti no look "É o Poder!" tentei fazer carão na foto, mas não sei se funcionou muito bom heheheh. Aproveito para fazer um combo de 3 looks: plataforma, havaianas e tênis. 




No dia seguinte morguei a maior parte do dia para descansar, participei de uma oficina e interagi bastante com minha delegação. Falando em interação ela foi o que não faltou nesse encontro, eu tratei de puxar assunto em todos os lugares que eu ia, aproveitando também que na maioria deles tinham filas, um sufoco necessário, mais de mil pessoas para usar os serviços de banheiro e almoço seria inevitável não rolar umas filinhas, mas a gente se ajeita. Nas filas de almoço e jantar nós éramos recepcionados com um abraço pelos apoios para uma melhor digestão ♥ 



Na quarta feira aconteceu o épico "bar em bar" uma festa tradicional dos encontros na qual os participantes vão para algum lugar da cidade e a organização pega as bebidas com os bares locais e circula pelas canecas. Pense aí mais de 800 pessoas andando fantasiadas pelo Pelourinho à noite num open bar! A minha delegação tratou de amarrar um pedaço bem grande de fita do Bonfim e assim criamos o nosso bloco, a intenção era não se perder e tornar a brincadeira mais divertida. E foi a nossa melhor ideia, aí lançamos o nosso bordão BORA BLOCO! e nos tornamos o bloco mais cobiçado do encontro, a galera mais agitada e beijoqueira do Bar em Bar, foi uma delícia! Se queremos mais?! Queremos siiiim, BORA BLOCOO!!! E foi assim que fiquei rouca.


Uma foto publicada por Deise (@deiseliiima) em

No dia seguinte mesmo acabada encarei uma vivência e ainda bem, porque foi maravilhosa! Visitamos um Quilombo em São Francisco do Conde, região metropolitana de Salvador, fomos em um ônibus de viagem alugado pelo encontro porque até lá foi cerca de 1:30h de viagem. Conhecemos a comunidade e sua luta com a prefeitura pelo reconhecimento, o governo quer expulsar as famílias alegando que estão poluindo o mangue para que o território possa ser utilizado para o interesse imobiliário. Já seria por si só um absurdo, mas isso é agravado pelo fato de ser de lá que as famílias tiram seu sustento, na mariscada. Um grupo de pesquisadores da Residência Universitária da UFBA ( pós graduação técnica) luta junto com eles desenvolvendo projetos para a melhoria da comunidade, o Curiar, EMAU da FAUFBA, também está fortalecendo essa construção. No dia da vivência algumas pessoas ajudaram a construir uma fossa de bananeira, projeto de uma das arquiteta da Residência Universitária. 


Em outro dia participei de uma oficina de parklet  lixando e pregando alguns paletes. Haja força nos braços, rsrrsrs. Participei também da construção da bandeira da Regional Nordeste da Fenea e tá ficando lindona, mas não conseguimos terminar no encontro. Outra oficina foi para a percepção das dimensões em habitações sociais do tipo minha casa, minha vida, trabalhamos em dupla e vimos a diferença que pode fazer apenas 50cm no projeto de uma residência. 

Teve ainda o dia em que cantei no karaokê com meu delega e outra conterrênea do tchan, e também dançamos muito no just dance com uma galera de apoio e comorg ( só quero ver as fotos)! 
E caminhando para fechar o ciclo dessa semana incrível, pude começar a realizar um sonho: praticar tecido! O maravilhoso do Gabriel maravilhoso e membro da minha delegação fez uma oficina de tecido acrobático em conjunto com duas amigas, uma delas a sua professora nessa arte. Para minha alegria eu pude voar por alguns instantes, perder medos e confiar e foi uma sensação que eu quero ter muitas vezes mais ( assim que possível farei aulas). 



A ultima festa foi um misto de euforia e nostalgia prévia, dancei muuuito como em todas as noites e já me preparei para dar tchau. A manhã do domingo foi muito corrida e nem pude me despedir de todos direito, e já era hora de voltar para a rotina, mas sem dúvidas: renovada. 
Erea Recife 2018, me espera que eu vou chegar!


Durante o encontro ouvi muito a indagação: "Você é a menina do vídeo?!" ♥ Então fiquem agora com o vídeo pós EREA, espero que vocês gostem fiz com muito carinho e pra me sentir abraçando cada um de vocês que esteve comigo lá! Viva a FENEA que faz a gente se encontrar! 

( Assiste no youtube e clica em "gostei" o joinha bonitinho) ♥ 



Quem leu a minha lista de 40 coisas em 100 dias deve ter reparado que um dos itens é: "Acampar". Coloquei ele na lista porque já estava com minha inscrição realizada e tudo encaminhado para a minha participação no EREA Salvador 2017. 
EREA é o Encontro Regional de Estudantes de Arquitetura e dessa vez acontecerá na minha cidade linda e cheinha de azul, entre os dias 22 e 29 de janeiro (tá pertinho ♥)
A "Cidade Fenea" como é chamada o local onde será realizado o encontro fica a 14 km de minha casa, cerca de 30 minutos de carro. É muito perto! hahah Porém ficarei acampada assim como todos os outros participantes do evento, a graça toda é essa afinal, se deslocar do "habitat natural" para viver outras experiências, conhecer outras pessoas e tudo o mais.
Eu tive um ensino médio espetacular e uma família foi constituída alí e até hoje nada se perdeu, já fazem 3 anos que todos já tomaram outros caminhos e eu fui parar na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Federal, mas ainda não consegui me sentir totalmente encaixada e pertencente aquele lugar. São poucas as pessoas com quem posso contar, tenho um bloqueio em fazer amizades e até de puxar assunto com pessoas novas, justo eu que era a "vereadora" do IFBA e me relacionava super bem com diversos grupos. Há tempos percebi que não dá pra continuar assim, e em meados do ano passado fiquei sabendo desse encontro. Uma oportunidade incrível de me relacionar com colegas, tanto da minha própria faculdade quanto de outras de outras cidades e estados do Brasil todinho. Daí a antiga Deise ressurgiu e decidiu encarar o desafio. 
Vou me permitir essa imersão de uma semana, afastada da faculdade e da minha rotina para estabelecer novos vínculos e quem sabe até dar um passo pra boas amizades.
Estou numa nova fase da minha vida. 2017 já chegou com uma nova Deise, tomei novas responsabilidades, me afastei de quem já não me fazia bem e estou disposta a me conhecer novamente. Penso que fazer a minha primeira viagem sozinha será uma ótima chance para várias descobertas. Por isso tudo preciso dizer pra vocês que estou muito empolgada com tudo isso e com certeza vou compartilha por aqui muito do que acontecer lá no EREA tanto em forma de textos quanto de vídeos. Sim! Deise voltou para o youtube! 
Depois de muito tempo sem gravar nada para o canal do blog, decidi fazer um vídeo com dicas para ajudar quem também vai acampar pela primeira vez. Criei coragem e divulguei até no grupo nacional do evento, várias pessoas já assistiram e comentaram na minha postagem lá no grupo. Acho que já vou chegar na Cidade Fenea com alguns conhecidos, hahahah 

E você, já encarou alguma viagem sozinh@ ? Me conta! 
Spoiler do vídeo: Tem performance soteropolitana no final, não percam! 


Assistam e me contem o que acharam do vídeo! Se gostaram cliquem também em "gostei" o famoso joinha a galera esquece :'(